19 dezembro 2014

Até logo! \o/

   Dessa vez não vou falar "olá" simplesmente porque a intenção desse post é dizer "tchau"!
   "AAAAAAAAAAAAAHHHHHHH A MIKA VAI EXCLUIR ABANDONAR QUEIMAR ASSASSINAR O BLOG PRA SEMPREEEEE"

    "AAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHH"

   Acalmem-se, galerinha. Eu só vou viajar. "Só", né...ficar sem ver o ova de DMMd...ficar sem postar o que eu queria...tá triste o negócio! ヽ(;▽;)ノ

   Eu estou viajando amanhã (20/12) e provavelmente só vou voltar lá pelos dias 17 ou 18 de Janeiro de 2020, mas porque eu tenho outros compromissos quando voltar, eu acho que só vou cumprimentar vocês de novo lá pelo dia 23!

   Desculpa aos comentários que eu estou devendo responder, eu com certeza responderei - então nada de excluir, tô de zói! - mas demorará um pouco, visto que o lugar onde vou hospedar não provém tanto assim de uma coisa chamada "conexão".

   Por isso, já desejo antecipado um bom Natalzão em família ou amigos a todos vocês (pra quem prefere ficar enterrado no quarto, o mesmo) e um Ano Novo bem bacana! Sentirei saudades, e espero que, até lá, não se esqueçam desse blog no fim do mundo (como isso soa carente, até contrairia câncer depois dessa! ಠuಠ)

   Tirando esse fato broxante, um breve adeus! ^^



15 dezembro 2014

"Não quero engravidar!"

   "Coisa melhor pra postar?"
   "Nããããããooooo!"

    Esse post vai ser algo bem pessoal, então se você não quiser ler, sinta-se à vontade pra não ler, porque não vai mudar nada na sua vida! Mas caso você também esteja numa situação semelhante à minha e não sabe por quê, eu posso ter aqui sua resposta!

   Começando: eu penso, sim, em ser mãe - mas não engravidando. De jeito nenhum quero engravidar, muito menos, ter vários filhos! No máximo 3, um 3 bem rasinho, não passaria disso!

   Apesar de a minha vida toda ter lidado com crianças desde que eu era propriamente uma criança até essa minha fase atual, o que já me faz saber sobre quase tudo o que uma criança precisa pra ser feliz (raspar panela de chocolate escondido e jogar bexiga pra cima já são bons exemplos), a verdade é que eu nunca desenvolvi bem o "instinto maternal".

   E se existem alguns fatores que de certa forma encaixam no quebra-cabeça, existem, sim! E muitas. dentre elas a minha personalidade, a minha criação dentro de casa e as minhas experiências. Calma aí que eu vou explicar o que cada uma dessas meras palavrinhas repercutiram nessa minha decisão:

   Personalidade

    O local onde eu cresci exigiu de mim um caráter leigo em relação a religião, por isso nunca fui de pensar muito em palavras como "pai", "filho", "espírito santo", mãe, família. Quero dizer, por causa da minha irreligiosidade, acabou que os meus ângulos sobre "família" diminuíram, e eu pensava mais no termo "namorar". O meu sonho desde pequena foi assim: crescer, ser bonita, namorar um cara e sermos felizes pra sempre viajando por aí - exato, nem tinha casamento no meio, haha! Eu sempre me portei de forma indiferente ao espírito biologicamente materno de ser, como se engravidar, nah, fosse um verbo inexistente no meu dicionário. Eu via aquelas meninas fingindo que suas bonequinhas eram suas filhas, e eu pensava comigo mesma: "elas têm PROBLEMA?" (Isso, desfrutem da sinceridade de uma criança pura e inocente.)

   Desde criança, meus anseios sempre foram materalistas. É, apesar de eu sempre ter sido muito subjetiva e tal, a minha felicidade alcançava patamares mais profanos. Ficava mais feliz quando a minha mãe comprava aquele sapato pra mim do que quando eu recebia a notícia de que um parente ia vir im casa. Desculpa se isso vai soar cruel, mas aqui a verdade é verdadeira mesmo. Ainda que eu almeje ser mãe, antes passar 3 anos viajando pela Europa num cruzeiro, saltando de paraquedas e indo ao cinema e à praia com o meu queridão todo final de semana, estando à vontade pra transar na cozinha, no banheiro, em todo lugar e toda hora, do que ficar 9 meses passando mal pra depois ficar em casa trocando fralda de bebê e acordando de madrugada com o maléfico choro de bebê de 2 em 2 horas enquanto mal tenho tempo pra dar amor pro meu boy, haha! Sinto muito mesmo, mas já sentia desde que eu estava na barriga da minha mãe que um picotinho de gente chupando meus peitos não é pra mim!


   Criação doméstica

   Enquanto garotas de 11 anos pegam um bebê no colo com o maior carisma, eu se quer peguei um bebê a minha vida inteira. Enquanto as menininhas brincavam de família, de cozinhar e de cuidar de boneca, eu tava lá jogando game com meus amigos. A palavra "mãe", pra mim, só servia para vocativo, mas nunca pra mim mesma. Até quando eu brincava de boneca, eu não via minha boneca como um bebê, eu via ela como uma adolescente que morava em um mundo maluco (acredite)! Resumindo, meu comportamento nunca chegou perto de dar indícios de que eu seria uma futura mãe, até porque as minhas melhores amigas de infância também não costumavam brincar com coisas semelhantes à prática da vida materna. Eu sempre brinquei mais com game e coisas neutras e radicais que gastavam o fôlego. Acho que eu já citei uma vez pra vocês que eu agia como menino, não? E eu gostava pacas!

   Eu fui criada numa família bem zen. Naquela época, eu já poderia ser considerada uma "transição" da visão retrógrada para a visão mais aberta, quando as pessoas pararam de fazer tantos filhos pra formar aquela família monstro. E eu acredito que o tipo de família na qual você foi criada reflete significativamente no seu modo de ver o mundo. É mais questão de "estar acostumado a ver". Se você cresceu naquela típica família humilde do interior que está sempre reúnida e que todo ano a cada 7 dos seus 20 primos têm um filho, você provavelmente vai querer ter um filho no futuro também. Dois, ou três. Ou cinco, talvez. Mas se você cresceu num local mais urbano e conviveu com uma família já um pouco mais "moderada" nesses termos, quando você já está no ápice do término do sobrenome da sua família, é muito provável que você não queira ter filhos. Pode acontecer de ser o contrário? Sim, pode, mas você não pode fugir da realidade de que o meio influencia o homem, nem que uma coisinha ou outra discerne da tendência naquele ambiente em evidência.

   Agora olhem: eu fui criada numa família que já tá quase acabando, sempre convivi com pessoas que prezam mais pelos prazeres materiais e individuais da vida do que com o prazer emocional de ter um bebê ao lado e nunca teve nenhum religioso propriamente dito na minha família. Sim, a religião repercute muito nessa questão da formação de uma família, basta comparar - quem casa mais? Religioso ou não religioso? E quem tem mais filhos? Religioso ou não religioso? Só que com aquela correria que sempre é em cidade grande, fera, ninguém tem tanto tempo pra ficar rezando, infeliz seja a verdade!


   Experiências

   Quando eu ainda era mais menina, eu costumava brincar com uma prima de 3º terceiro grau minha. Ela já era grande naquela época, lá pelos 20 e alguma coisa. Ela sempre foi muito legal, gostava de brincar, correr, criar, inovar, e eu sempre adorei ela! Só que chegou aquele dia estupendo em que estava no restaurante com os meus familiares e minha prima fez a noite: ela estava grávida. Minha mãe já me empurrou falando "olha que legal, Mika!" e eu só fiz aquele sorrisão torto dos irmão, falando "que legal!". Mas só saía "que legal" mesmo, estava opaca demais pra comentar qualquer outra coisa útil. Eu juro que eu tinha ficado tão triste que tive que segurar o choro comendo peixe. Parece meio incompreensível, mas não é, eu fiquei aborrecida por saber que dali em diante ela não teria mais tempo pra brincar comigo, e que, o mais aterrorizante de todos, eu teria uma nova criança pra brincar! É muito engraçado como às vezes os adultos acham que só porque a pessoa tem cara de criança, ela curte fazer bagunça com a meninada! (notas: eu tinha uns 13 anos quando isso aconteceu.)

   Como eu era esperta. Tudo aconteceu do jeitinho que eu tinha presumido naquela noite no restaurante. Mas ok, ela continuou uma pessoa legal e não liguei muito pro fato dela agora ter uma filha, que aliás, com 3 anos, sabe falar mais corretamente que você.

   Só comecei a perceber como a gravidez sempre se tornava um empecilho pras minhas familiares queridas quando, não há muito tempo, minha prima teve um filho. Não cheguei a acompanhar todo o processo e também nunca tivemos tanta proximidade igual ao que tenho com a minha prima de terceiro grau, mas ela era bem mais íntima de mim e da minha irmã quando ainda não tinha o filho. Por mais que eu saiba que elas não têm culpa, e que nem tudo gira em torno do meu nariz como azaleias ao vento, essas experiências me fizeram cada vez mais perder as pouquíssimas chances de engravidar pois eu tenho muitos "amiguinhos" menores que eu, até mais do que eu tenho da minha idade (aí eu chego nos 30 e ainda vou ter um amigo de 10 anos, pode apostar), e sei que perderia um pouco o meu tempo pra fazer palhaçada com eles. Não gosto eeeexatamente de crianças, mas gosto de brincar. Não sei. Sinto que eu não deveria perder o pouco da criança que eu tenho dentro de mim, tanto que eu agradeço muito por tê-la ainda. Sem o pouco do meu jeito imaturo de ser, não me sinto completa, e se eu engravidasse, sentiria como se estivesse me afastando dessa criança que ainda existe em mim. Não quero ser como um "adulto qualquer", que não tem tempo pra rolar no tapete, dançar como uma banana, que enganaria os filhos pra irem brincar com as outras crianças da festa de aniversário enquanto eu só sei ficar de papo com os outros adultos conversando sobre o IPTU e o azulejo da casa. Peraí...será que eu tô bugando vocês? Se eu bugay, foi mal! (ఠ్ఠ ˓̭ ఠ్ఠ)




   Sobre o meu jeito de ver o mundo, é simples: não vejo o fato de virar mãe como graaaande coisa na minha vida. Virar mãe não é um sonho tão grandioso assim como publicar um mangá, mas estou ciente de que mães são importantíssimas em nossas vidas, são seres divinos que vieram para nos mostrar a definição de amor \`•̀益•́´/ XABLAAAAAU (ou quase sempre.)

   Mas não vejo esse processo do barrigão como parte da ordem natural das coisas. Pra mim, a ordem natural é aquela que você nem ninguém não pode mudar e impedir, que é apenas: nascer e morrer. Pra mim, essa é a ordem natural das coisas. Se você vai engravidar, se você vai trabalhar, estudar, isso é de menos, porque nem todo mundo vai ter o mesmo estilo de vida que você. E vamos combinar, né, nascer e morrer é inevitável! Uma vez vivo, você já cumpriu a primeira etapa da vida: nascer. Mas você mal nasce, e você já está predestinado a morrer, seja por vontade própria ou à mercê do tempo.

    "Mas Mika, por que você não quer ter filhos engravidando, mas pensa em adotar?"

   Antes que pessoas venham me atirar pedras, se eu tivesse um filho vindo da minha barriga e tivesse um filho adotado, eu daria amor a ambos de forma igual, isso não há dúvidas. Mas o que difere da minha aspiração por adotar uma criança de ter um filho de sangue, é que quero compartilhar minhas condições de vida com uma pessoa necessitada. Um indivíduo que é adotado, em, tipo, 90% dos casos, sente-se como se sua vida já estivesse completa. Tipo, é uma família, gente! Digo por mim: aquela criança solitária no orfanato está precisando mais de amor do que um espermatozoide pronto pra entrar no óvulo. Aquela criança no orfanato já é viva. O da minha barriga, não.

   Pense, o filho vindo da barriga já nasceria nas melhores condições de vida, feliz e cheio de amor, mas ele não pediu por isso. Porque quem quis o gozo lá dentro da mãe não foi o filho, foram os pais. Mas aquela criança ou adolescente abandonado, expulso de casa ou no orfanato, poxa, ele que tá numa hora difícil e que a única coisa que pode estar pedindo é uma família pra dar e receber amor? Não que seja o seu caso ou do dele, mas pra mim, seria muito mais bem-vindo dar amor a um ser já existente que está numa situação de carência emocional, do que a um ser que não obrigou ninguém a vir ao mundo. Sem querer parecer insensível, claro.

    Citarei então dois motivos, os que mais se destacam por eu querer um filho adotado:

1: o mundo já está cheio de gente. Não está completamente ocupado, eu sei, mas quantas pessoas o mundo já não condenou? Já não basta ver aquelas pobres crianças, nos locais mais insalubres desse planeta, sofrendo? Trabalho infantil, escravidão (pois é, infelizmente ainda existe!), desnutrição, por que ninguém tenta tirar essas pessoas de lá? Tipo, vamos cuidar de quem tá vivo ainda!

2: Seguindo a linha de raciocínio acima, quero mostrar a essas pessoas que exteriormente parecem "já não ter mais solução", que há uma solução, sim. Que o mundo não é tão cruel quanto parece. Posso não ter muito do instinto materno, mas tenho um outro instinto que fala mais alto: o de ajudar.

   Eu juro, não tem nada, mas NADA mais gratificante pra mim do que ajudar uma pessoa, fazer alguém feliz. Pessoas felizes me fazem felizes. E por isso quero adotar. Não preciso necessariamente ter o sangue do meu filho pra poder amá-lo, pois genes são o que menos importam aqui.

   O meu objetivo de ser mãe ainda está passando por moderação, porque, por favor, sou jovem demais pra pensar nessas coisas. Eu pensando em ser mãe é a mesma coisa que uma criança de 4 anos pensando que faculdade vai cursar. Mas o que me faz querer adotar filhos não é o desejo de completar a casa, de parecer uma família do tipo propaganda de margarina e muito menos pra sair me gabando por aí que vou ganhar presente no segundo domingo de maio. Admito que essa possibilidade só passou pela cabeça quando eu comecei a descobrir mais sobre adoção homoparental - isto é, nem faz meio tempo!

   Acontece que comecei a ver vários vídeos sobre casais gays que adotaram e achei muito lindo. As palavras me emocionaram, e pensei, "deve ser bom ter uma família", até que eu comecei a tentar ver mais o lado gracioso de formar uma família, coisa que tantas pessoas admiram. Mas ainda é certo, criar uma família não é um sonho sólido, é um sonho rarefeito meu. A qualquer momento pode ser que eu desista da ideia. Porque você deve saber, ser mãe não é fácil não, é tipo uma junção de monitora de festa de aniversário de criança com aquela melhor amiga com quem você pode contar a toda hora. E eu tenho paciência para ambas as tarefas, sei brincar com crianças e adoro dar conselhos. Mas juntar as duas coisas? Difícil, gente!

   (Mas ainda tem outros motivos de eu não querer engravidar. Bem fúteis. Tipo, eu não quero parecer uma baleia azul na piscina! ;w;)

   Mas aqui, se você quer mesmo engravidar porque acha que é uma parte importante de você, ou porque seu sonho desde criança foi sentir como é ter um ser vivo dentro de você, ótimo, engravide, não é como se você estivesse automaticamente ligando um "foda-se" para aquelas crianças morrendo na Etiópia. Se você tem a convicção de que quer ter um filho de sangue, é porque você, com certeza, tem lá os seus motivos. Mas tem gente que não quer engravidar, e também por motivos.
"Ah, mas isso não soa meio...egoísta?" Ser egoísta não é fazer com que pessoas estéreis que querem engravidar se sintam mal enquanto você "descarta a sua fertilidade". São nesses casos que se pode recorrer à barriga de aluguel ou à inseminação in vitro.

   Caso você não queira ter filhos, nenhunzinho mesmo, ótimo também. Não deixe que a sociedade te esprema como limão só porque por você, como mulher, não quer fazer parte da onda de mommies. Tem gente que acha que ter filhos dentro de casa não são a perfeição do mundo. Mas animaizinhos de estimação, sim.

   Enfim, talvez eu tenha a habilidade pra ser mãe, mas não aquela vontade. Quem saiba eu mude de ideia com o tempo, nada nessa vida é realmente certo. Digo, ainda tá muito cedo pra eu ficar pensando nisso! Até parece que aqui virou blog daquelas mãezinhas adocicadas, caramba 눈_눈 (nada contra), então vai pra lá, ideia de ter família! 

   Ah, sim, ontem (15/12) foi o dia internacional do Otaku, não? Estava até indo fazer uma homenagem com o pouco dos meus rabiscos, mas não tenho muito ainda, então vou deixar essa pra depois! xD Obrigada por ler essa coisa meio desnecessária~




11 dezembro 2014

Minhas artes desmotivacionais #39

   Yo, usagis. Hoje o dia tá uma palhaçada pra mim, e pra vocês?

   Antes de qualquer imprevisto, estou avisando previamente vocês que talvez eu viaje semana que vem, esse final de semana, não sei. Mas se eu viajar, há grandes chances de eu ficar fora do ar até pelo menos 19 de Janeiro (não tenho certeza ainda). Mas como estão me impedindo de viajar, eu também não faria nem um pouco de questão de ficar nessa casa linda maravilhosa com ar-condicionado e wi-fi ( ͡° ͜ʖ ͡°) Eu gostaria muito de ficar no bem bom pra sempre.

   O #39 tá uma bosta igual ao anterior, só que um pouco pior.



コーリー ホワイトハウスでチョ, melhor anime ever. コーリー? Melhor husbando ever.



Fãs do Rivai, não incendeiem minha casa, por gentileza ♛u♛



Uma versão do Ren que não deu certo



Eu senti uma necessidade tão grande de fazer esse dedo com filariose que vocês não têm ideia.

   A partir daqui, não sei o que aconteceu, mas acredito que seja a minha criatividade que transbordou demais. Não tem nada a ver com anime, nada a ver com mangá, mas fazer o quê. Não é pra levar a sério, falou, cambada?











Eu sei, esses negócios são desnecessários
   Eu estava pensando em fazer mais daquelas tretas do feicen entre os viadões dos animes, mas como demoraria, então eu vou deixar por isso. Mas não chorem, ainda bem que esse tópico ainda não acabou, né? Imagina se Cory na Casa Branca tivesse ido embora pra sempre!




09 dezembro 2014

Por que sonhamos?, parte 7

   É meio triste eu dizer isso, mas até agora eu ainda não entendi porque diabos a minha fic foi classificada pra maiores de 18. Eu juro que até antes, estava algo com "maior de 16", ou até menos do que isso, mas acho que eu tinha falado pra vocês que não ia ter nada de lemon nessa fic...ou nem?

   Não foi lá a melhor história de amor que eu já criei, e depois dessa já tenho futuros planos pra uma fic mais "pesadinha", pois (e que pode incluir sobrenatural, quem sabe!). Mas nada concreto ainda, talvez eu dê um tempo maior pra criar meu mangá que de tão parado que tá, já deve ter virado uma parte da escrivaninha.


Desnecessário, flor
   Provavelmente a fic tenha ficado um pouco pacata já que se trata de traminhas de colegial, o que, modéstia à parte, também não é muito o meu tipo. É mais uma homenagem para aquele mencionado shotinha intercambiário que eu tinha conhecido no meu curso de japonês, e se não fosse por isso, haveria só 0,00001% de chances de eu criar essa fic. Mas fico feliz por estar quase fechando essa bagaça com todo o louvor sem ter relaxado na escrita, pois é o que geralmente acontece comigo.




07 dezembro 2014

Impressões: Hybrid Child (OVA 1)

   "Agora que você vem falar disso?"

   Pelo menos lançou, cambada. Vou ter que mudar a frase do dia logo, antes que pensem que sofro de retardo mental.

   Pelo que estou sabendo, o trem já tinha sido lançado há algum tempo, mas como eu estava em época de exames não deu tempo de eu pegar nos animus e tudo mais. O que eu acho particularmente uma ótima desculpa pra procrastinação, mas acho que 99,9% das introduções dos meus posts já falaram o bastante sobre a minha falta de tempo, né? Já deu!

   Estive esperando muuuito por Hybrid Child, não apenas porque eu adorei aquele miserável preview repleto de feels, mas também por causa daquela conhecida ansiedade fujoshística, porque uma vez que sei que lançará o anime/ova, não gosto de me auto-mutilar psicologicamente lendo o mangá antes. Exato, por mais que o mangá seja tudo do bom e do melhor. Na moral, por que vocês gostam tanto de ler o mangá antes depois que sabem que vão produzir o anime? Vocês gostam de spoilers? Vocês têm problema mental? Caramba, isso foi cruel...foi mal. (̿▀̿ ̿Ĺ̯̿̿▀̿ ̿)̄

   Isso varia de pessoa pra pessoa. Por exemplo, eu prefiro muito mais ver algo se mexendo em cores com personagens de vozes diferentes - ou seja, animação - do que ler uns quadrinhos que, na maioria (maioria!) das vezes, limpam um pouco a emoção que era pra supostamente conceder a nós leitores. Isso porque o anime também oferece muito mais instrumentos de atração, como é o caso do uso de trilhas sonoras, cores e movimentos combinados que na verdade só existem pra manipular sua mente durante os prováveis 24 minutos de animação e deixar a história umas 4x mais envolvente do que realmente é. Peraí, do que eu tava falando mesmo?

Bonecos influenciando a homossexualidade desde 111 antes de Cristo
   Mesmo que a maioria já tenha assistido, não quero dar maiores quês sobre isso, por isso dispenso uma resenha desse OVA aí. Vocês sabem como eu tenho um trauma descomunal por OVAS, não importa o quão bom seja. Por que não um OVA de uma hora e meia de duração? Você mal pisca e já acabou. É broxante demais!

   Apesar da broxa de ser OVA, eu diria que esse foi um dos melhores da categoria yaoi que eu já vi. Só não falo que é o melhor porque ainda não assisti alguns outros, tipo os de um chamado >>Love Stage<<, que eu não estou com a menor vontade de ver (julguem-me! ༼ つ ͡ ͡° ͜ ʖ ͡ ͡° ༽つ)...mas como Hybrid Child por ser apenas OVA, conta a real história, enquanto aqueles OVAS de Love Stage são mais como um "acompanhamento" do prato do que o prato em si, então é isso mesmo. Hybrid Child até agora tá uma delícia, cara! Dá pra ver como eles melhoraram bastante o design dos personagens, mas sem modificar o estilo de desenho da Nakamura-sensei. E deu pra perceber também que os movimentos estão bem mais delineados do que os que a gente vê, por exemplo, em Junjou Romantica. Prestei bastante atenção aos detalhes, os efeitos que eles utilizaram, e eu admito que em alguns momentos eu pensei que estava assistindo Free!, serião! Isso é o que a gente chama de coisa bem-feita, pessoas!

   Mas e a história, né? É meio complicado...por ter apenas 24 minutos e mais um centavos de duração, senti um pouco de falta de enredo. Sabe quando parece que podia ter acontecido mais coisa? Não que teve "buracos" entre os eventos, mas sim, que tudo ocorreu muito rápido. Bom, é óbvio que não daria pra mostrar muita coisa com essa jacota de tempo, e nesses termos, o tempo foi bem utilizado e distribuído, comparado a vários OVAS que parecem um sonho wtf de 2 segundos (a cada 1 minuto, é uma cena nova que aparece e que não tem ligação alguma com a anterior). Não que isso realmente importe.

   Eu adoro histórias nesse estilo, ainda mais quando tem essa coisa de herdeiros de família, incluindo máfia. E o que dizer sobre esses valores tradicionais do Japão que mal sei e considero pacas? Não sei de nada, a não ser que aquelas roupas são um tesão. Imagina juntar isso com bonecos sexuais crianças híbridas, a coisa triplica de tamanho, vira piramboia. 

    E isso vem da boca de alguém que atualmente já não acha mais gosto pra nada! Não chegou a ser a melhor história de amor, mas de yaoi do tipo "vida de colegial com bromance" ou do tipo "uma história qualquer que sempre vai dar em putaria" já têm de monte, então sempre fico feliz com um pouco de inovação. Isto é, não-é-cli-chê (alguém dá um holofote aqui, por favor!)

Panaca

   Não é uma coisa pesada, mas mesmo assim deu pra fazer um drama legal. Se você só veio aqui pra ouvir isso, sim, eu quase chorei - só não chorei devido ao meu pouco de feminilidade que foi extraviado hoje. Eu gosto de chorar mais por coisas felizes, e eu fiquei um pouco triste naquela parte, então minha emoção vai um pouco. Não sei se tem mais alguém que é assim também, mas quando o trem fica dramático demais, minha vibe começa a se descontrolar e eu volto pro mundo real, e é aí que aparece a imagem da Mika Sem Coração. Eu começo a rir da cena, ou, como na maior parte das vezes, eu simplesmente me pergunto pra que tanto sofrimento, tranquilamente esperando o chororô e a trilha sonora de violinos ir embora. Por isso eu acho que não aguentaria assistir Clannad, Air, essas coisas penosas. AnoHana, até dá, mas aquele final lá foi bem exagerado pra mim, só não tanto quanto o de Angel Beats (Se eu estivesse na época de shoujo, minha época mais masoquista da vida, talvez fosse uma boa sugestão.). Resumindo a Bíblia toda, se me deixassem responsável pelo arranjo de um velório, o evento provavelmente acabaria parecendo mais uma festa do Mickey Mouse do que um dilúvio do consolo emocional, então não, não é uma boa ideia.

   O fato do Hazuki e do Kotarou terem se conhecido ainda bem crianças também contribuiu bastante. Viadagem de shotas é sempre bem-vindo, né, gente? Não que esse seja o melhor termo pra se expressar, mas acho tão fofo que dá câimbra! (Não) Tirando isso, o casal tá bem dentro do padrão da Nakamura-sensei, o famoso uke tsundere e o seme frio e sensual. Ainda bem que o Kotarou não era tsundere o extremo, já pensou se fosse no nível do Hiro-san?

   Só por causa de Hybrid Child, acho que resgatei um pouco a alma "otaku" que eu tinha perdido, porque tá difícil conseguir assistir anime sem me sentir culpada por estar perdendo tempo ou com outras preocupações na cabeça. Foi bacanudo, assim, mas é melhor não falar muita coisa porque com ainda não terminou, é melhor não sair julgando por todas as rosas. Mas ê bicho bom do cão! Já prevejo dias usados pra rever Hybrid Child!

   Agora, é só esperar os outros 3 episódios e ficar na espera do data_xx de DMMd. Será que vai rolar trepa nas próximas? Não que eu seja a favor daquele shotinha lá tomando cabo de vassoura do velhote...( ͡° ͜ʖ ͡°)

   




03 dezembro 2014

Cosputa

   Quando você pensa que já ouviu de tudo, vem essas coisas pra te fazer rir um pouco mais. Pois é, tem tudo nessa vida, meus caros. Até cosputa.

Daqui a pouco tem nome até pra Doraemon xadrez
   Tendo em base que esse é um assunto um pouco polêmico, deixarei as considerações finais para o começo: não, não tenho nada contra cosputas.

   Na verdade, acho o termo "cosputa" meio pejorativo. Acho, não, porque tenho certeza de que a maioria das pessoas que apontam para aquela cosplayer e chamam ela de cosputa estão fazendo isso com intenção de ofender. Os outros restos, só porque a acham gostosa mesmo.

   Eu sinceramente não estaria falando sobre isso se fosse a bela falta do que trazer pro blog, e como faz algum tempo que não falo sobre alguma coisa relacionada ao mundo nerd/otaku, então é isso que eu tenho. Mas indo ao que interessa, isso o que eu vou falar pode parecer meio fora do comum, porque cosputas - como não gosto de chamar - sofrem um pouco de preconceito principalmente com comentários desrespeitosos, seja tirando a moral e privacidade sexualmente (e verbalmente) falando, seja atacando seu caráter, falando que elas são vulgares ou que não merecem o direito de serem respeitadas.

   Bom, primeiramente, qualquer ser humano tem que ter respeito com o outro, a não ser que ele esteja pedindo por isso, se necessariamente merecer ou se a situação exigir. Mas cosplayer, gente? É claro que ele pode ser um estuprador ou a reencarnação de Hitler, mas vamos só pensar num cosplayer como cosplayer: o que tem de errado em se fantasiar de um personagem?

   Nada, absolutamente. Bom, você pode até não gostar de cosplays, odiar animes ou simplesmente não ir com a cara das "cosputas", mas se você não gosta, não é preciso insultar. Digo, desnecessário, e uma falta de tempo. Se fosse com alguém próximo, um amigo ou colega, tudo bem, mas você está apontando para alguém que você desconhece, e por isso há uma necessidade maior de limite, uma coisa que as pessoas vêm perdendo consciência. Claro que você pode só estar querendo se aproximar mais da pessoa, que, nesse caso, seria o cosplayer, mas nem todos os cosplayers do mundo sempre vão responder ao seu comportamento da mesma forma, pois assim como uma simples palavra pode ser, de primórdio, inofensiva, ela pode ofender gravemente só com outras mil interpretações. Por exemplo, tem cosplayer que nem liga se você pular pra cima dele(a) e lhe der mil beijos, mas tem os que não curtem, e por vários motivos. Por exemplo, já imaginou se você chega já beijando e abraçando de todo quanto é jeito uma cosplayer que já é comprometida, e o namorado tá bem do lado dela fazendo cosplay de Kratos? Você tá lascado, fi! Além de você acabar ficando com um rosto perfeito pra fazer cosplay de Seiya antes dele ficar 200% arrebentado, você acaba perdendo sua preciosa foto com aquela cosplayer mara. Claro que ela pode não reagir de maneira negativa, mas como você não é vidente (espero) e não sabe como ela pode reagir à sua insanidade, é melhor prevenir tal ação, não é mesmo?

O Waldo lá embaixo já não esconde mais nada
   Mas voltando um pouco o disco, parece até que as pessoas vão para esses eventos pra ficar comparando e julgando as pessoas, e não pra aproveitar. E as pobres dessas cosputas (como eu odeio falar isso) que só querem se divertir, no final, normalmente acabam sempre tendo que aguentar o trampo de ouvir todos os tipos de comentários, sem conseguirem desfrutar bem o evento. E isso porque a maioria só fica na delas, porque se parte pra cima, a coisa realmente piora. Como sabemos, a maior parte do público que vai para os eventos são jovens/adolescentes, mesmo que sempre predominem maiores de 18 também. Mas infelizmente, mesmo que pareça que todos os otakus formam uma família, nem sempre "famílias" são sinônimo de felicidade e ternura.

   Por outro lado, tem "mulheres" que fazem um cosplay um pouco mais sensual e não pode pegar um cara olhando pra ela no flagra que ela já acha que é machismo, que o cara é estuprador, que está sendo abusada que homem é tudo sem-vergonha que o mundo vai acabar que não sei o quê, e solta que solta tudo quanto é tipo de coisa. Peralá, não é bem por aí!

   Isso é algo que chamamos de fato social. Se você ainda não entende porque todo mundo vai olhar pra você, não importa como, caso você esteja praticamente pelada em público, então eu vou te explicar: lembre-se que fomos ensinados (eu não poderia dizer educados) a sermos todos iguais, mesmo que não pareça. Sempre nos vestimos da mesma maneira quando vamos a um baile, sempre somos mais educados com autoridades ou pessoas de cargo maior, e você nem percebe que só está copiando todo mundo pra não parecer esquisito em um ambiente totalmente divergente. É por causa da exterioridade que a maior parte das pessoas agem como todo mundo, pois têm medo de que elas pareçam anormais no meio de pessoas normais, mesmo quando isso não tem nada a ver. Quantas pessoas você já viu, em uma rua movimentada, andando de pijama ou só com as roupas de baixo? Nenhuma vez, certo? E se você viu, é óbvio que te chamou a atenção, nem que você só tenha olhado por 1 segundo. Mas se você visse uma pessoa de pijama numa festa do pijama, ou um cara só com roupas de baixo na praia, te chamaria tanta atenção assim? São casos diferentes para situações diferentes, e isso explica porque você postando uma foto de calcinha e sutiã nas redes sociais faria mil vezes mais polêmica do que uma foto com você de biquini na praia.

   Esse é um fato social. E como nossa cultura (refiro-me ao geral) diz para não sair andando praticamente nu por aí publicamente, quando a gente vê alguém exatamente dessa maneira, todo mundo esbugalha os olhos de indignação ou surpresa, como se nunca tivessem visto aquilo. E aí, quando você entra naquele evento nerd e vê um monte de pessoas com estilos diferentes, cosplays estranhos e cabelos coloridos, você já se sente um pouco mais confortável usando aquele fundoshi enfiado no ânus. Pois você sabe que sempre vai ter alguém mais pelado que você, ou pelo menos, usando um fundoshi também. Tô certa?

É o que normalmente acontece, pessoas
E você se amarrou no negau, né, Misty
   Então caso você seja uma das "cosputas", não admire sempre ter um cara ali ou acolá inclinando os pescoços pra ver seus seios ou sua bunda. Feliz ou infelizmente, é algo normal, e se você faz um cosplay que te deixe mais à mostra, é im-pos-sí-vel evitar que algumas pessoas te olhem, porque na verdade, nem são "algumas", são quase todas. Até mulher (por mais hétero que ela seja) VAI olhar pro seu corpo, negando ou não. Aliás, não importa o gênero sexual, se a pessoa é dominada por essa cultura de vestir para cobrir as partes íntimas, e principalmente se tem mente pervertida, ela vai captar o seu corpo mulherengo na hora. O problema é que as pessoas veem malícia até onde não tem, ou até onde não se há intenção, e como esse mundo é cheio de cabeças com pudor cujos 90% estão capacitados por putaria, todo primeiro julgamento em uma cosputa vêm do tamanho dos melões. Mas não distorçam. Isso não é machismo, é realidade. Acha que as pessoas não olham também quando a calça daquele cara tá colada demais? Aquele tanquinho moral daquele cosplayer bishounen ali? É aí que você se engana!

Pra você ter uma ideia da poluição mental, as pessoas acham malícia até nisso
Essas imagens eu consegui indo em galerias de hentai, gente, não façam o que eu faço, isso é algo terrível, vai estragar sua vida pra sempre, ainda bem que já tô condenada, vocês não
   Enfim, não tem como controlar os olhos das pessoas, e também não é só porque eles olharam lá naquela parte que você já está automaticamente sendo vítima de abuso sexual. Seria diferente se o indivíduo estivesse sendo atrevido demais, te stalkeando pelos restantes das horas ou te tocando, porque aí, é muito mais do que direito seu não achar bom e meter umas indiretas, ou até umas pauladas, se for preciso. Não estou dizendo pra sair liberando por aí geral, afinal, a liberdade é você quem decide, e até que ponto você deixa as pessoas mexerem com você. Porque, sim, não é por questão de evitar sociabilidade nem nada, mas nem sempre todos os olhares se limitam por pura admiração. Mas não chame de estuprador, aquele Jiraya que só olhou pra você de repente porque seu corpo chama a atenção. Não é pra dar moleza, mas também não seja grossa, pois quem pode acabar sendo a agressora é você.

    Caramba, eu mudei muito de assunto! Pois bem, diante do preconceito, fico pensando até que ponto vai essa intolerância, essa concessão toda das pessaos de acharem que são superiores pra mandar o que a pessoa deve ou não vestir. Como já disse, se você não curte, tudo bem, é um gosto pessoal e temos que respeitá-lo. Mas se se vestir um pouco mais pelada é gosto daquela cosplayer...também continua sendo um gosto, não tem o que discutir. Isso acaba só tirando a liberdade da pessoa, e, às vezes, criando até um complexo de que isso é errado, porque esses comentários como "att", "puta", "vadia", acabam formando uma imagem negativa de que mostrar um pouco do corpo publicamente é algo ruim. Algo que, na minha opinião, é ignorância. Muitas pessoas não enxergam isso, mas é fato: elas sempre relacionam as partes íntimas do corpo com sexo. Sempre. Sendo que é algo vindo completamente de cultura. Se você achar que não, então explique porque índios não se pegam toda hora, colega!

   Eu realmente não ligo muito para "cosputas", porque eu não curto muito, então o mínimo que eu posso fazer é respeitar. Não é nada difícil. E o legal é que não mata. E você vai ficar muito mais agradecido em tê-la apenas ignorado e aproveitado o dia normalmente do que tendo gasto preciosos minutos da sua vida argumentando com a cosplayer.

   Eeee falando nisso, não é porque a pessoa fez um cosplay um pouco mais erótico, que ela necessariamente quer chamar a atenção ou está pedindo pra você sair colocando a cara no meio dos peitos dela! Eu sei que parece não fazer muito sentido porque, pra começar, uma pessoa que não quer chamar a atenção provavelmente descartaria a ideia de fazer cosplay da Morrigan sem pensar duas vezes, por mais fã que ela seja dela, e por mais "frente" que ela tenha. Mas nada a impede. E ainda tem outros milhares de motivos pra ela talvez estar se vestindo de tal maneira. Por exemplo, talvez essa pessoa provenha "bem" de seios, e como ela quer parecer o mais próximo possível de um personagem, ela opta por um personagem que também provenha "bem" de seios. Não é porque ela tem um corpão que ela já é liberal e gosta de usar tudo curto (não que isso seja ruim, igualmente). E inclusive é algo que acaba frustrando muitas garotas, porque sempre que elas querem fazer um cosplay que também tenham bustos grandes, 9 a cada 10 personagens femininas assim têm vestes mais eróticas. Fazer o quê, né?

   O grau de desconexo com lógica só não para nas pessoas que ofendem as cosplayers que transformam um inofensivo personagem em uma figura sexy porque ainda tem aqueles querem ferrar com a vida mais ainda. Os que, além de ofenderem aquela cosplayer vestida de Pikachu com minissaia, também ofendem aquela cosplayer que só está com um negocinho cobrindo a xereca porque a personagem é assim mesmo. Olha em que situação chegamos, olha o exagero disso, minha gente ლ(ಠ⌣ಠლ Acho que a gente tem que parar de ver tanto Peppa e pensar um pouco na vida! Não dá pra você querer exigir daquela garota que ela faça um cosplay """"""menos vulgar"""""" de Kill La Kill se ela está fazendo exatamente cosplay de Kill La Kill! Aí já é forçar a amizade! Quero dizer:

Não quero ninguém jorrando leite em cima do meu bloguinho super puro não, se você ia fazer, popará, amigo
   Não dá pra querer exigir muita coisa mesmo, né?

   É bem o que eu disse antes: desnecessário, e uma falta de tempo. Tá prejudicando alguém? Tá matando, transmitindo câncer, contribuindo pro assassinato das baleias na China? Se não, então também não sei pra que reclamar.

   Em relação a outros esterótipos que são dados a outros tipos de cosplayer, como os mais gordinhos, as tábuas ou os que mal parecem com o personagem em propósito, a cosputa até que sofre menos. Isso porque, à sombra do agrado da maior parte do público masculino (já sabe por quê), elas têm mais chances de serem defendidas em casos de intolerância do que, por exemplo, um black Naruto, que normalmente as pessoas deixariam de lado lá sendo zoado. De um modo ou de outro, em maior ou menor intensidade, ninguém pode ser mais nada que já tentam procurar defeito.

   E eu digo: é puro recalque, pessoas.

   Então, minha querida pessoa, caso você seja um exemplo de "cosputa", não se importe com os comentários negativos sobre seu corpo. E antes que alguém tente partir pra cima, eu recomendaria você a tentar livrar-se de qualquer contato físico, a não ser que seja a sua amiga louca. Mas dando o melhor e mais efetivo conselho que já dei a minha vida inteira, é sempre bem-vindo aprender algumas técnicas de defesa pessoal antes. Nessas horas, mesmo parecendo o errado (poi não é você que deve se precaver, é as pessoas que devem parar de serem desrespeitosos), é sempre bom e isso serve pra qualquer pessoa! Você se sente muito mais segura e calma, principalmente nesses eventos grandes!