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29 julho 2014

Mangá: Pochamani - Shoujo sem clichê?!

   Olá, pessoas~ Desculpa essa demora pra postar, é que eu fui fazer um crack de Love Stage (já está lá no youtóba pra quem acompanha meus vídeos) e fui ver o episódio de DMMd só agora. A única coisa que eu não consigo entender neste exato momento é como a produção se atreve a mostrar apenas uma mixuruca parte da canção da Água-Viva. A voz do Clear merece mais! Tirando isso, a parte dele com o Aoba foi uma fofura! ♥

   E falando em fofura, olha que eu trouxe aqui ( ͡° ͜ʖ ͡°)    UM SHOUJO!

"Você bateu a cabeça tão forte assim?"

   Muita calma nessa hora. Sim, eu tenho certo ódio inexplicável por shoujo - se bem que ultimamente nem lembro mais que a bagaça existe - e, realmente, faz tempos e tempos que eu não procuro assistir e ler alguma coisa do gênero. Mas não é qualquer shoujo não, tem que ser shoujo de primeira linha, tá ligado? Um dos meus requisitos básicos pra gostar de um shoujo não vão muito além, é apenas isso:

SEM CLICHÊ

   Desde que seja uma história criativa e interessante o bastante pra eu poder acompanhar sem saber onde a bagaça vai acabar, que geralmente sempre é: draminha de colegial > mal-entendido > chororô > pazes? Tudo suave!

   E esse é o caso de um trem chamado Pochamani, um mangá do gênero extremamente incomum, e que por acaso, a minha irmã me disse pra ler. E não é que eu gostei? Pois a maior diferença no mangá que o separa de praticamente todos os shoujos existentes nesse mundo é a própria protagonista: uma garota gordinha, fofa e simpática que, por incrível que pareça, não sofre bullying e nem é uma depressiva do xibiu.




   Pochama = pessoa que gosta de coisas macias ou pessoas gordinhas, mani = maníaco. Já dá pra basicamente entender a história inteira, por favor, né?
Tsugumi é uma garota fofinha (nos dois sentidos, pode-se dizer) que acaba de certa forma atraindo a paixão de maníaco por gordinhas, um tal de Tagami. Depois que eles começam a ter uma relação, altas tretas.

   Ok, as tretas não são daquele nível de One Punch Man (sim, o mangá do Caillou crescido), mas pelo menos não são chatas. 

   Eu poderia citar as mil e uma coisas que eu adorei em Pochamani, mas simplesmente não dá, isso viraria uma Bíblia. Mas a única coisa que me fez querer ler essa bagaça foi o fato da protagonista ser gordinha, e isso já significa muita coisa porque não é todo mangá que tem um personagem principal meio "diferente" do padrão (como Accel World) e claro, não é todo shoujo que aparece um cara bonitão gostando de uma mina assim, não é?

   Apesar de eu ter levado um susto com essa "novidade", eu fiquei muito feliz que existam mais shoujos com complexos como é o caso de Lovely Complex, pois esse é um dos tabús que ainda existem na sociedade e que me ainda me faz ter esperança em insistir em ler/ver shoujo, que me faz pensar como as autoras desses tais mangás são tão maravilhosas em tentar representar essas dificuldades na "nossa língua". E se você perceber, todos esses mangás com complexos têm protagonistas mais de bem com a vida do que mangás em que a mina é bonitinha, mas que só chora e sofre. Ironia, né? Quando você pensa que todo shoujo é sempre melosidade, com menininhas isoladas, reprimidas e que choram por supostamente nada, e príncipezinhos que parecem mais serem mulher do que homem, aí vêm essas coisas pra te dizer o contrário. É difícil, mas que seria bom ter mais mangás que fugissem do clichê, seria!


   Mas a história de Pochamani é normal como qualquer outro romance; o relacionamento dos dois têm seus altos e baixos, mesmo que a bagaça esteja mais pra um mangá de muitos altos do que de baixos. A história é muito, mas muito doce mesmo, e creio eu que as poucas palavras que essas duas carinhas lindas aí acima falam ao longo da história já são suficientes pra dizer toda a verdade na cara dura sobre ter relacionamento com gordinhos. Ao invés de mostrarem o lado ruim disso, é mostrado o lado bom disso. Já chega de draminha e dor de cabeça, né?


   Pode apostar, o casal, o enredo, tudo nessa bagaça é adorável! Não um adorável "purpurinado", nem um adorável "meloso", é um adorável "fofo" mesmo, que dá vontade de shippar os personagens mesmo que eles já sejam canon! 

   Não é yaoi, muito menos lemon, mas eu recomendo muito Pochamani. Ainda está lançando para a nossa infeliz informação (e eu também não sei se tem traduzido em português, desculpem ;w;), mas dá pra se contentar.




20 abril 2014

Itazura na Kiss (CRACK): Se eu quiser falar de anime velho, eu falo.

"Antas também merecem amor"
By: Kotoko

   Eu percebi, minha gente.
   Eu encontrei...eu encontrei a minha luz. Até o Câncer cegou de tanta ofuscação...eu acho que ainda gosto de shoujo!

   Kami-sama não estava sendo piedoso esses dias, ontem, eu tive uma conversa séria com ele e ele me disse que eu ainda tinha um ponto fraco por shoujos. Pra quem não sabe, shoujo foi o primeiro gênero de anime que eu vi e gostei (começando por Mermaid Melody), e caso queiram saber, eu só tinha uns 11 anos ou menos quando eu assistia shoujo sem parar. Eu era uma idiota sem noção que via tudo com rosas e draminha, esperando o Kazuma vir me buscar lá no telhado de casa no meio de um toró, cair em cima de mim e de repente pegar nos meus peitos molhados. Sim, eu já era safada naquela época. (Pelo menos, eu não abri as pernas e engravidei nos becos da favela do RJ.)

    Bem, depois que conheci os meus boys magia (yaoi), eu comecei a desenvolver uma certa raiva por romances héteros em anime, tanto que eu nunca mais vi Kaichou wa maid-sama com outros olhos. O que eu amava de pegação, virou praticamente o meu pesadelo, e sim, eu deixo as fãs de shoujo me processarem porque estou sendo sincera, até porque o meu "desgosto" por shoujos nem faz muito sentido mesmo. Até o Datena teria mais argumentos.

   Isso foi quando eu comecei a gostar de yaoi e chorava que nem uma louca por Junjou Romantica repetindo o episódio 6 até não poder mais. Só que, mesmo assim, eu agia como uma masoquista, via shoujos quando estava na minha pseudo-depressão de querer ter atenção mesmo odiando as vacas da escola (Tomoko mandou beijos) e comecei a pensar se eu não tinha umas taras aí por mulher também (a puberdade é fogosa). Então eu comecei a ver yuri.

   Eu comecei a tolerar a minha raiva por shoujos como algo que eu deveria ignorar, mas parece que é automático, toda vez que eu vejo um shoujo, eu tenho vontade de rasgá-lo em pedaços A NÃO SER que seja Lovely Complex, Kimi ni Todoke ou Midori no Hibi. Ah, e os shoujos magical girl também não entram no pacote.

   Só que eu odeio odiar coisas. É um sentimento terrível. Por isso que eu sempre ignorei shoujos e nunca parti pro fubá quando eles apareciam na minha frente, mas como eu ando "dane-se" esses dias, então eu fui dar uma olhada nos shoujos que estavam na minha lista pra assistir desde que eu ainda era uma garota inocente que sonhava com o Kazuma me buscando no telhado no meio do toró. Ontem mesmo, eu fui ver o episódio do Ano Novo super kauaí de Kimi ni Todoke sem motivo algum, e mesmo que eu tenha visto esse anime há uns bilhões de anos atrás, esse episódio ainda consegue me fazer sorrir. Ok, Desnececyrus.

   Eu já estou saindo totalmente do assunto, mas tudo isso acima é a introdução. E foi mais pelo Kami-sama mesmo que eu comecei a assistir a bagaça do Itazura na Kiss, que sempre jurei ser uma versão heterossexual de Junjou.

   Sabe aquele típico romance que parece que foi feito pra te fazer sofrer junto com a garota principal? Palmas para Itazura na Kiss.

   Isso vai ser rápido; eu comecei a vê-lo esses dias, não estou vendo muito diretão devido à minha dor de cabeça por ficar inventando cenas censuradas demais com meus personagens fictícios, então eu ainda não terminei. Repetindo: eu-ainda-não-terminei.

   Por isso qualquer crítica minha pode virar um elogio ou uma crítica ainda pior assim que o anime acabar. Mas por enquanto, eu só vou ficar no modo zuera mesmo, e como eu não quero dar spoilers demais, eu fiz um breve resumo do que eu vi até o seu décimo sexto episódio.


   Eu pensava que ia ser algum romance colegial, mas dos episódios que a mina começa a faculdade pra frente, até Sukitte ii na yo é menos broxante. Eu digo que seria bem mais legal se continuassem o romance colegial porque depois fica tedioso demais, não acho graça nenhuma em um romance entre dois velhotes que trabalham o dia inteiro ficando de frescurite. Aliás, nem sei como eles estão juntos, eles brigam tanto que nem o Caso de Família poderia bancar um paranauê desses. (Se a Kotoko mandasse seus desabafos todo dia pra Revista Capricho, nada disso teria acontecido.)

   Eu totalmente me enganei ao pensar que seria uma versão heterossexual de Junjou Romantica. Eu estava gostando, sim, bastante, mas depois desses episódios nada a ver de casamento eu fiquei mais ou menos assim:


  E eu não falo isso porque eu quero ocultamente xingar os shoujos, bem ao contrário. Eu estou falando exatamente do enredo, e principalmente da Kotoko, que apesar de ser até que fofa, já bateu nos limites da burrice. Que mina tosca, ciumenta, fica cuidando da vida dos outros, fica correndo pra lá e pra cá com seus pensamentos masoquistas e egoístas, só chora....melosidade demais pra mim. E o Irie também, ele é bonitão e talz, mas que tipo de pessoa que ama alguém faz a outra sofrer? Bem, não quero nem saber desses romances entre sado-masoquistas. Depois do episódio 12, ficou, ó: uma bosta.

   Mas aqui, quem disse que eu realmente voltei a gostar de shoujos? Não dá certo, acho que nem nas profundezas do inferno eu vou resgatar 100% meu amor por shoujos. Agora só se safa os shoujos que forem realmente bons.



30 dezembro 2013

Opinião: Shoujo

Shoujos que te fazem chorar
Kotonoha no Niwa te deu um alô

   Ohayooooo, usagis~ ωComo vão? Podem me bater, eu ainda nem terminei o meu presente de Natal. É que estou meio na dúvida entre duas coisas, mas podem deixar que eu acabo até quinta. Ah, e talvez eu viaje esse final de semana, então quero pelo menos lançar o próximo capz da fic até lá!

    Por enquanto vamos falar da nova tecpix um pouco sobre shoujo, que é uma coisa meio complexa pra mim depois que eu virei yaoísta. Eu sou meio bipolar nesse caso (o qual não faz sentido algum (ノ>ノ) *facepalm*)

   Antes de eu conhecer o yaoi, minha definição para shoujo: melhor gênero de anime ever, a coisa mais fofa ever, com meninas kawaii e um garoto perfeito pra casar, mais lindo do que qualquer filme de romance, com uma protagonista super fraquinha que tem um garoto que sempre a protege e vira uma fofura quando cora, ou melhor, quando os dois coram, sempre tendo aquela enroladeira pra garota ou ambos se admitirem e com um final sempre lindo!!! O único tipo que nunca vou cansar de assistir e sempre vou pedir por bis, SHOUJO É VIDA!

   Depois de eu conhecer o yaoi, minha definição atual para shoujo: Gênero de anime mesquinho que sempre fala de uma garota não-popular ou com problemas psicológicos e que de repente se apaixona (mais comumente, o menino se apaixona primeiro) pelo garoto mais popular da escola, que sempre está rodeada de garotas chatinhas e tem amigos babacas - dependendo do seu grau de perfeição. Muitas confusões, trabalho de meio-período na praia durantes as férias de verão, casa mal-assombrada, uma rival aparece pra estragar tudo, mas nada pode separá-los. E viveram felizes para sempre.

   Como podem perceber, eu mudei muito após minha formação integral como fujoshi. Muitas coisas se reverteram a partir de então, por exemplo, agora acho minas de harém meia-tigelas ridiculamente estúpidas e lacraias que dão fácil pra qualquer um. Não é ciúmes, é raiva mesmo. Também passei a não curtir esses otome games, e nem morrendo eu vou jogar Amor Doce, não depois de ver umas imagens nem um pouco inocentes como esse povão diz que é. Ainda pior, é muito moe e tem calcinha e mostração de peito, E só pra acabar com meu interesse mais ainda, garotas como a Yui de Diabolik Lovers (talvez piores, nunca se sabe).

   눈_눈 Tá de brinqueichon uiti me, cara?

   O que interessa é que, atualmente, eu chego a odiar tanto shoujo que eu assisto. Mas depende muito, por exemplo, eu gosto de Kaze no Stigma, mas aquela pegação me incomoda um pouco. Antes eu amava esse tipo de pegação, haha, not anymore. 


Asuna e Kirito, o pior castigo que já fizeram comigo
EU ODEIO A ASUNA
Kirito, você também não sai da roda. Notas: Kirito ainda nem passou pela fase da puberdade e já pegou mais que você, lide com isso.

  Eu tenho preferência aos shoujos com pessoas mais "maduras", e não entre esses jovens que mal namora a menina e já quer pegá-la (claro que esse caso não se aplica ao yaoi ڡ). E também precisa ter uma história legal, porque já cansei de todos os shoujos serem sobre colegiais e envolverem sempre os mesmos tramas sem sal. Mas já que todos eles são famosos, fico quieta...

   Se ainda não conseguiu esclarecer muito bem o motivo de eu não gostar mais de shoujos, aqui uma lista:

• Menina colegial é a última coisa que gosto de ver em animes, mesmo que a maioria tenha
• Sempre tem aquela mina/mino pra estragar a relação
• Romance colegial é grotesco demais (não cabe ao yaoi, porque é diferente, queira ou não), falam que vão se amar pra sempre mas eles têm apenas 18 anos ou menos
• Sempre é o garoto bonitão e/ou rico e famoso e a garota problemática ou pobre
• Durante todo o shoujo, eles só pensam em coisas pervertidas e amorosas
• A comédia de shoujo não me faz rir
• Sempre têm aqueles clichês pervertidos em que o garoto aperta os peitos devidamente sem querer, coisa que só fica engraçado em cenas de shounen e não de shoujo 
• Na maior parte dos casos, a relação dos protagonistas acaba formando um novo grupinho de amiguinhos do bem que sempre se comunicam para falar sobre o karaokê que vai ter na esquina e fazer milagres para eles ficarem pertos um do outro, tipo dar presentes de Natal e ir até a pracinha dizer sobre coisas melosas e dramáticas
• Eles choram por causas bobas, ou por quase nada
• Se não é tsundere, é frágil demais, se não é frágil demais, é lerda pra entender

   E é mais por esses tópicos que eu não gosto de shoujos.
   Não que eu ache que todos os shoujos sejam assim, têm alguns legais que só acho legais porque eu os vi antes de virar fujoshi, e eu gostava. Não sei o que aconteceu. Não quer dizer que eu goste só de gayzisse agora, pra falar a verdade, eu nem sei o que tem comigo, algumas vezes eu acho shoujo fofo mas no dia seguinte já me faz vomitar.  

   Eu adoro Tsuna x Haru, acho um otp muito fofo (na verdade, shippo todo mundo em KHR), assim como Soul x Maka e Tamaki x Haruhi. Agora, Oreki x Chitanda, Shiro x Neko, Soushi x Ririchiyo, já é abuso mental pra minha cabeça, sai pra lá! (ノಠ益ಠ)ノ

   Eu não tenho um padrão pra gostar de um otp ou não, é que sou meio insana mesmo. Amantes de shoujo e qualquer romance besta do mundo animalesco, não me matarem, por favor. Essa é a minha opinião!