Gente, tá uma bananeira aqui que só macaco mesmo pra suportar! Eu estou literalmente enrolada nos comentários e já nem se mais qual que eu respondi, qual que eu deixei e o Gareki! ಠ_ಠ (Vocês diriam que é minha própria culpa, e é mesmo, porque certa pessoa não desgruda do meu pé e eu não estou conseguindo postar. :V Te amo cama ♥)
| Palavras básicas que eu encontrei em Ao Haru Ride. Notas: Dar ênfase ao "viado" |
Como era supostamente pro destino ser, eu acabei pegando aí mais um shoujo pra assistir só pra testar meu grau de feminilidade. Que não é muito.
Não é nada particular ou importante, mas para a aprimoração da sua cultura inútil, eu realmente decidi ver Ao Haru Ride sem muita inspiração ou resistência completa à veia heterossexual e romântica dentro da minha pessoa - e o problema está exatamente aí, porque sempre que eu acabo catando qualquer anime random pra assistir sem nenhum propósito em mente, o que acontece?
Eu acabo gostando
Que nem foi com Samurai Flamenco, com UtaPri, com KHR. Assisti todos eles sem querer, e é desse jeito escroto mesmo que começo uma nova paixão.
"Ué?"
Pois é, cambada. Acabei falhando e cedi a Ao Haru Ride. Foi meio difícil articular os sentimentos nos primeiros momentos, ora eu ficava "Isso foi escroto", ora eu ficava "Que legal". Mas não foi tão ruim assim quanto eu imaginava, e apesar de ser clichê pra gareki, ainda é melhor do que ter personagens clichê.
Dane-se que já foi o primeiro episódio, mas acho que se eu tivesse assistido o anime quando ele só tinha lançado o primeiro ep., talvez eu já teria dropado. O primeiro episódio foi muito parado (não que eu estivesse esperando algo melhor :P) e a tal de Futaba não me deu uma boa primeira impressão. Não que ela tenha dado uma ruim, claro, mas me senti indiferente em relação à ela. Talvez servisse mais pra ser personagem secundária do que protagonista? Bem, whatevs.
História
"Não conheço nenhum Tanaka, agora sou o Kou, querida. Pensou que eu ainda tava abatida quando você disse que odiava homens, é? Dá licença mas se toca, já larguei o passado e agora sou diferente, 3 bjs"
Temos a Futaba de um lado, e o Tanaka de outro. Eles eram tão fofos antigamente, parecia até conto de fadas. Depois da puberdade, já sabe: Tanaka vira um menino revoltz, enquanto Futaba decide "recomeçar" a sua vida já que era isolada por ser fofa demais pras recalcadas. Mas então eles se reencontram...e agora? Será que Futaba e Kou ainda poderão investir num amor de três anos atrás? Ou já é tarde demais? Hoje, no Globo Repórter.
O mais irônico disso tudo é que os dois já disseram que eram apaixonados um pelo outro (não, não é spoiler) e mesmo assim continuam de glicose anal. Ou melhor, o Kou né, porque a Futaba fica naquele chove mas não chove, "Ele é tão gentil, fofo, legal, MAS". Parecem até que nunca se conheceram ou nunca souberam que está NA CARA que os dois ainda se gostam.
"Mika, sua insensível! Ridículo da sua parte!!! Você sabe que shoujo tem que ser lerdo!"
Recapitulando, a história não me impressionou muito. Achei que fosse ser clichê, e é mesmo, a única coisa que me fez continuar acompanhando se deve ao fato de eu gostar de ver o desenvolvimento psicológico dos personagens e isso é uma coisa que é bastante visível em Ao Haru Ride. Porque vocês sabem o que acontece quando o preiboi que é cruel com a mina se apaixona, ele já vai mudando de atitude. E isso me excita pra Gareki. ಠ⌣ಠ
Por outro lado, que tipo de homem fica cheio de frescura só porque ouviu um mísero...
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| Uma lesbiquete tendo visões da Raven precipitadas |
Sim, foi um mal-entendido, mas por que diabos adolescentes não gostam de facilitar as coisas? Os dois já estão lá lado a lado pra conversar, porque não sentar e conversar como pessoas civilizadas, ao invés de deixar uma garota boiando e um cara aborrecido? "Ela odeia todos os garotos, então odeia eu também, mimimi" Ok, então me explique porque ela corava toda hora que te via, bundão! ლ(ಠ益ಠლ
De acordo com meus dados, você é um garoto de shoujo, Kou. E todo garoto de shoujo é fresco, tirando muitos poucos.
As tramas não são das melhores, mas vejo que a bagaça já levou um pouquinho mais pro lado criativo da força comparado a outros romances colegiais. Não apareceu nenhuma mina chata pra estragar a relação (ainda) ou aquele episódio tosco do festival escolar (por enquanto), mas sempre tenho ali guardado as minhas dúvidas...vai que...né? Em outros casos, pode ser que o animu acabe decaindo para o mesmo nível tedioso e previsível de quase todos os animes do gênero, que é: novo personagem > estraga a relação > jogam Raid no novo personagem > fazem as pazes. À primeira vista, Ao Haru Ride não parece combinar muito com essa espécie de enredo, já que valoriza mais o amadurecimento de todos os personagens (que nem Lovely Complex e Itazura na Kiss, onde quase todo personagem se torna amigo) do que a expansão em termos de ódio e tretas (como é Sukitte ii na yo, que só pelo drama dá pra reabastecer a represa de SP).
Apesar da história ser bem estilo você-sabe-que-vão-ficar-juntos-mas-continua-ansioso-pelo-próximo-episódio, ainda é assistível.
Elementos gerais
Não tenho muito a falar aqui a não ser que eu tenha achado os gráficos uma bela de uma bosta. Não serei hipócrita em dizer que os gráficos não ajudam na vontade de assistir, porque isso só vale para animes que nasceram pra ser fodões mesmo, mas como é shoujo colegial, aí já fica difícil.
Creio que Ao Haru Ride poderia ganhar mais pontos se os traços do desenho fossem um pouco mais diferentes, porque, caraio, quem até agora não percebeu que todo shoujo tem esse mesmo dois pontinhos que formam o nariz quando o personagem tá virado pra frente? (caso não tenha entendido, é só olhar pra imagem acima!) Pois é, todo shoujo tem o mesmo estilo. Acho que as mangakás compartilham os mesmos genes...
Tenho assim formado a cordinha que liga a desgraça a outra: do mesmo jeito que não curti os gráficos, as cores das paisagens estão mortas o suficiente pra te fazer dormir - embora nos outros eps. a bagaça tenha melhorado nesse quesito - ou pra te dar cegueira. Bem, provavelmente seja só questão de gosto pessoal. Não curto muito cores claras porque me deixam com dor de cabeça. ¯\_(ツ)_/¯
Opinião
Vamos combinar aqui que tudo aquilo acima já foi minha opinião. Eu não coloco todas as minhas expectativas em Ao Haru Ride (claro, com DMMd, Love Stage e Free na carroça, por que eu daria mais importância? :V), mas para a surpresa das fujoshis, eu estou gostando bastante. Tem algumas coisas que achei meio toscas e que eu achei desnecessário, mas deixa, achei os personagens bem legais e para vossa alegria, a protagonista não é uma depressiva do xibiu. Tenho fé de que ela já venceu na vida.
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| Descobrimos que Futaba tem um forte fetiche por cheiros de revoltados |
Odiei esse novo Tanaka porque tenho uma raiva incontestável por shoujos onde o cara age de forma grosseira com a menina. Mas ele também é super tesão e pá e todas as vezes que ele é gentil ou deixa sua fofura escapar, eu simplesmente penso "até que não odeio ele tanto assim". Mas é fato que preferia o antigo Tanaka. Até porque adoro personagens com aquele tipo de cabelo e personalidade, então digamos que virei a Futaba e foi amor à first sight. O resto não me importou muito, temos um loiro de farmácia que sofre com hiperatividade, uma garota ulzzang e uma mina nerd, rockeira, otaku, e diferente. Gostei muito dessa última, e espero ansiosamente para que ela abre a matraca durante o animu.
Não leio o mangá, por isso vocês não podem me chamar de idiota sem motivo, pois de todas as vezes que eu assisti shoujo desde que me tornei fujoshi, acho que Ao Haru Ride foi o único com o qual não tive momentos de querer desver tudo aquilo. Tirando um outro. Mas depois do episódio 5? Eu quero é ver esse trem aí até o final! ಠ⌣ಠ

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