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28 maio 2014

TIRINHAS (Shingeki no Kyojin + Extra KnB) - Nonsense é com RiEren!

Yo, Baka-chan desu.
Faz tempo que não traduzo tirinhas, mas e daí, né. Aproveitem minha letra Arial!
(As próximas tirinhas serão provavelmente de Hetalia/Inazuma Eleven/Free!. Vocês que decidem.)


Eren se excita com qualquer instrumento. Que menino mais animadinho.

(Pixiv ID: 2239657)

Extra do Kuroko, não aguentei de tanta fofura e tive que postar essa.

14 março 2014

TIRINHAS (Shingeki no Kyojin) - Bunda abençoada pela Santa virgem

   Yo, baka-chan desu. Letra Arial, te amo. #bjs
   Mil desculpas por postar muita tirinha de SnK; infelizmente, já que esse virou um anime meio que de "modinha", você encontra ele em qualquer lugar (vantagem: mais fácil de achar tirinhas). KnB, Hetalia, Free! e outros, eu raramente os encontro (e quando encontro, o autor não deixa editar, ahaha...)

   Tentei procurar por Marco x Jean (Meu OTP de coração <3 Metade x Cavalo), mas no fim só achei Reiner x Bertholdt, que é bem secundário e ninguém liga, mas achei esses dois muito zoeiros então traduzi. Com um pouco de RiEren também.








Tava pensando em ter traduzido a fala do Connie pra "MÁÁÁIIIIINNN" pra ficar mais engraçado.



ÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓHHHH ~~♪ ♪

Aprendam, nunca deixe alguém tímido ficar embaraçado. Sério. SÉRIO. OS COITADOS NÃO SABEM REAGIR.



Se fosse assim, todo mundo ia querer jogar Kirby.
Eu amo o Kirby gente, por mais que ele seja inútil nos SSBB. Fofura de chiclete. Aaaaah, lepo lepo.

AQUELE SORRISO-- *ULTIMATE NOSEBLEED*

E um extra, que traduzi só porque acho engraçado; nada a ver com Shingeki mas e daí?


Ah, acho que a Mika deveria colocar algum negócio no blog pras pessoas conseguirem pesquisar as tags. Se vocês quisessem ver as outras tirinhas, era só digitar "tirinhas" e pá pum. Macumba is done!

Tenham uma boa noite. (perceberam que posto na minha própria conta agora?)




31 janeiro 2014

Tirinha (Kuroko no Basuke) - Feliz aniversário, Kurokocchi!

Yo, Baka-chan desu. Com sua maravilhosa letra Arial. Puru-Puru Tsun-tsun.
Por mais esquisito que seja, eu lembrei o aniversário do Kurokocchi primeiro que a Mika uhuhu. Alguém me parabenize, pois eu nunca assisti Kuroko no Basuke--

Pois bem, a tirinha não é tão engraçada mas é a única que pude encontrar. Parece que as pessoas não se importam mais com o aniversário do nosso ukezinho... aliás, enrolei pra traduzir porque eu preferia assistir o beijo #Feliko, bitch please.





Pra não deixar muito vazio, vai umas imagens bonitinhas e detalhadas do Kuroko que eu amei. Vai ficar como tela inicial do iPad.








02 dezembro 2013

High ☆ Speed! Light Novel (Free!) - VOLUME 1, Capítulo 1

   Hi, usagis! Como eu não quero te fazer perder tempo pois você já vai ler muito, então vou ser direta:


   Highspeed é um light novel escrita por Kōji Ōji e ilustrada por Futoshi Nishiya, publicada pela KyoAni. Se vocês sabem ou não, High Speed é como se fosse a base do anime Free!, só que tendo como protagonistas o Rin, Haruka, Makoto e Nagisa (nada de Rei) quando pequenos. O light novel se trata integralmente da vida dos quatro quando eram menores, portanto o negócio é shota.

   Nunca conheci pessoas ou fãs que tiveram interesse em ler o light novel, alguns nem sabiam que High Speed foi o embrião de Free!, mas se tiver alguém por aí que goste de ler, que gostaria de conhecer mais o que aconteceu na vida dos quatro antes de se separarem, estou aqui para isso!

   Esse é o volume 1, primeiro capítulo. Não sei se um dia terei acesso ao light novel em minhas mãos, então por enquanto eu estou traduzindo de uma outra tradução. Espero que gostem! :)

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Capítulo 1: Nade

   A água está viva. Mesmo em horas em que a superfície da água se estende em silêncio, quando nem mesmo as ondas frágeis podem ser vistas, ela está apenas segurando sua respiração, como se esperando por sua presa. E, se você estava a saltar, com um momentâneo pulverizador de gotículas, ela vai notas suas presas e atacar. Ela vai envolver-se em volta do seu corpo, tentando roubar-lhe a liberdade dos seus membros. Quanto mais você luta contra, mais forte e persistente ela vai se espiralar, e em pouco tempo, toda sua força estará esgotada.

   Contudo, se você ajustar sua posição sem lutar, a água se tornará calma. Daí, empurre as pontas dos seus dedos ao espaço da superfície da água e crie uma abertura, e, lentamente, deslize o seu corpo para frente - seus braços, sua cabeça, seu peito, seu estômago, suas pernas.

   Não rejeite a água, abrace ela. Não negue a água, reconheça sua existência. O importante é tomar a água; sentí-la na sua pele, nos seus olhos, na sua alma. Sem duvidar das coisas que você sente. Acreditando em si mesmo.


   Haruka coloca sua mão na parede da piscina e retirou sua face para fora da água. Embora ele tenha acabado de nadar duzentos metros livres, ele não estava completamente fora da sua respiração. Quando ele tirou seus óculos de natação, havia uma mão se estendendo na frente dele. Seus olhos escoltaram seu braço. Um garoto chamado Makoto estava olhando abaixo para Haruka com um sorriso amigável.

   Para um aluno da sexta série, Makoto era um bocado maior do que a média. Ele possuía amplos, solidamente fortes ombros, e andando logo acima deles, um rosto bastante jovem que aparentava estar fora do equilíbrio com o resto do corpo. Ele também tinha um olhar gentil, sobrancelhas arrebitadas. Esse era Tachibana Makoto. 
  
   Haruka pegou sua mão, e foi puxado para fora da piscina com uma massa de força que era surpreendentemente vinda daquele rosto sorridente com suas sobrancelhas arrebitadas. 

   "Você nada tão graciosamente quanto sempre. É como se você fosse um golfinho, Haru-chan."

   "Eu acho que já chegou a hora de você parar de colocar '-chan' no meu nome."

   Ele não tinha altura do Makoto, mas seu magro e tenso corpo exalava uma quantidade de energia que não parecia vir da sua musculatura. Também, havia um expressão em seu olho que de alguma forma o fazia parecer rápido. Aquele era Nanase Haruka.

   Os dois tiveram ido para o clube de natação Iwatobi já por três anos. Isso havia sido originalmente sugestão do Makoto, e Haruka apenas foi junto; mesmo agora, ele ainda se sentia assim.

   As únicas coisas que eles tinham em comum eram o fato de eles terem ido para a mesma escola e terem sido membros do mesmo clube de natação. E outra coisa - ambos tinham nomes afeminados.

   Makoto não se importava muito, mas Haruka estava preso nesse último quesito. Ele odiava ser importunado devido ao seu nome mais do que qualquer coisa, e sempre que podia, ele somente usava seu sobrenome em público. Ainda assim, em momentos quando ele absolutamente devia dizer ser primeiro nome, ele tinha o hábito de olhar fixamente para o lado e murmurar o mais silenciosamente que podia. Sempre que ele via isso acontecer, Makoto parecia se divertir.

   "Eu entendo isso. Então, você já está pronto para o dia, Haru?"

   Aquilo era o que o Makoto, quem tivera chamado-o de "Haru-chan" desde o jardim de infância, decidiu apelidá-lo. Só com essa mudança de nome, parecia que a relação entre eles havia mudado também.
  
   "Eu te disse, você não precisa pôr meu nome no final de toda frase. E me chame pelo último nome." Apesar de ele não estar bravo, ele falou secamente, num tom de ordem. Era como ele sempre foi.

   Sem parecer estar totalmente incomodado, Makoto apenas se manteve sorrindo e replicou, "Haru, você me chama de Makoto, não chama? Eu deveria te chamar de Haruka, então?"

   Haruka deu de ombros para o jeito estranho de denominá-lo. "Se você me chamar disso, eu nunca mais converso com você."

   "Bem, então, eu vou ir definitivamente com 'Haru'."

   Sempre terminou dessa maneira. Tanto faz o quão esforçado Haruka tentava falar sobre ele, tanto faz o quão árduo Haruka tentava resistir, no fim as coisas iriam eventualmente do jeito do Makoto. Em momentos como esses, Haruka fechava a boca e olhava para o lado. Falar sobre isso seria mais chato, mas por outro lado, jamais ele iria somente ceder por completo, tampouco. No caso do Haruka, ele mostrava isso com sua atitude, através do ato de silenciosamente desviar o olhar.

   Makoto acomodou os óculos no lugar enquanto permanecia no bloco de partida, e num piscar de olhos, pulou dentro. Água se espirrou por todo o lugar. Ao contrário de Hauka, ele forçou seu caminho através da água com uma jogada quase violenta e um pontapé goleado. Ele era como uma orca buscando ferozmente por sua presa.

 Sem esperar para assistir ao Makoto alcançar a parede a 50 metros, Haruka se dirigiu para a sala de banho. Eu quero me apressar e lavar essa água que ficou toda morna por causa do Makoto. Pensando só nisso, ele rudemente tirou sua touca.

   Um vento do norte soprou, fazendo os ramos de álamo farfalharem. Não haviam folhas restantes para cair e as árvores tremiam como a voz de um velho homem pedindo perdão.

   Em frente da entrada principal do Colégio Elementar Iwatobi, uma ampla rua de duas pistas estreitaram-se numa estrada revestida de álamo onde não havia sala o suficiente para carros passarem um dos outros, e continuava naquela largura até a próxima encruzilhada. Por não haver muito para bloquear, no inverno não havia outra escolha a não ser caminhar com o vento batendo na cara. As crianças que iam lá iriam determinadamente palpitarem seus ombros e retrairiam suas bocas com firmeza contra o frio.

  Foi nessa temporada, justamente quando o novo ano começou, que Rin se transferiu para a escola.

  "Meu nome é Matsuoka Rin. Eu vim pra cá do Colégio Elementar Sano. Eu tenho nome de menina, mas eu sou definitivamente um menino! Eu espero que nos demos bem."

   A classe, de repente, caiu em silêncio. Talvez eles estejam nervosos, defrontando com um novo colega. Ou talvez a sala seja repleta de estudantes respeitados e habitualmente quietos. Porém ele não tinha tanto tempo para pensar nisso, assim que o silêncio rapidamente voltou-se para murmúrios. Bem, eu sou um aluno transferido fora de período desde que eu vim em Janeiro da sexta série, e acima de tudo, eu tenho um nome de menina, então suas reações não são mais nada do que naturais. Enquanto Rin cogitava isso e fitava a sala de aula, um dos garotos se levantou.

   "Matsuoka-kun!" Era Tachibana Makoto. Ele estava olhando para Rin alegremente, com um amigável sorriso em sua face.

   Rin já sabia que ele tinha ido para essa escola, mas..."...Tachibana-kun? Eu não sabia que você estava nessa classe."

   "Sim, eu estou. O Haru-cha--...quero dizer, o Haru está conosco também." Makoto virou a cabeça pra olhar para o lado. Na mira onde ele estava observando, Haruka sentou, encarando Rin inexpressivo como sempre.

   "Entendo...Nanase-kun está aqui, também." Nanase Haruka. Agindo tão insociável como sempre. Eu sabia que ele tinha vindo pra cá também, mas não imaginei que estaríamos na mesma sala.

   Os três portavam várias coisas em comum. Todos eles estavam na sexta série, todos eles eram nadadores, e todos eles tinham nomes afeminados. E agora, estarem na mesma classe foi adicionado à lista. A sala começou a tagarelar mais uma vez, perguntando como os três se conheciam. Esse mistério se tornou sujeito da curiosidade deles e desenhou o interesse de todo mundo. 

   Em recesso, não era uma visão incomum ver os colegas de classe falando sobre o estudante transferido. De um modo, você poderia dizer que foi o destino de um aluno transferido - se esbarrar com uma enxurrada de dúvidas, ser completamente bombeado por informações, ser delineado totalmente nu. Ser disposto a falar coisas que nem mesmo amigos íntimos sabem o bastante um sobre o outro para querer falar sobre. Mesmo assim, em ordem de fazer bem como um aluno transferido, a primeira impressão é muito importante. Não interessa qual a pergunta, ela deve ser claramente respondida com um sorriso.

   Entretanto, como se pode esperar, no final do terceiro tempo, Rin estava finalmente começando a ficar cansado. Então, quando o intervalo veio ao redor, ele se alinhou com os outros que terminavam de comer. Bem, hora de começar a segunda metade do dia.

   Ao respirar fundo para se preparar, alguém apoiou sua mão no ombro de Rin. Embora não tivesse muita força nela, ele pôde sentir uma forte energia através da mão, franzindo um pouco as sobrancelhas. Mesmo sem se virar, ele sabia. Era o Haruka. Ele não poderia pensar em qualquer outra pessoa da classe que faria aquilo.

   "Venha comigo por um segundo." Sem dizer mais alguma coisa, Haruka foi caminhando à frente por si mesmo.

   Rin viu ele ir e deu um suspiro, chocado com a indelicadeza de Haruka. Por um momento, ele teve vontade de jogar seus braços como um estrangeiro, mas então ele pensou, Esse tipo de postura rebuscada não combinaria com um aluno transferido, combinaria, então ele não o fez. Enquanto ele assistia às costas do Haruka, se questionando sobre o que fazer, alguém inesperadamente deu a ele um suave empurrãozinho de trás, e ele cambaleou para a frente.

   "O que você está fazendo? Você está sendo deixando para trás," O sorriso do Makoto passou por Rin.

   "Tá, tá, estou indo."

   Rin percebeu o olhar de alguém sobre ele e olhou ao redor para ver que a classe inteira estava observando os três com olhos cheios de curiosidade. É bom que eu não tenha realizado aquela pose literalmente ridícula, pensou ele. Logo, como se fugindo das suas contemplações, Rin correu atrás de Makoto.

   Os passos de Haruka pararam entre a construção da escola e a piscina. Acima deles, os galhos de uma grande árvore de cerejeira se estendiam sem folhas ou flores, preenchida em vez com o gélido do inverno. Quase como se estivesse procurando por algo, ela encarava o céu distante e se esticou com toda a sua força. A árvore de cerejeira esteve lá desde muito antes da escola ser construída.

   Rin falou, sua voz fora de sintonia com o humor. "Uau, essa árvore é incrível!! É uma árvore de cerejeira ou coisa do gênero?"

   É uma árvore de cerejeira, Haruka refletiu, mas não disse.

   "É uma flor de cerejeira", Makoto pronunciou, rindo porque ele entendeu o que Haruka estava pensando.

   Rin colocou sua mão no tronco da árvore e olhou acima para o céu por meio de uma abertura no complexo amaranhado de ramos. "Ei, quando é primavera e as flores de cerejeira se afrouxarem, várias vão cair nessa piscina, não?"

   Haruka e Makoto olharam para a piscina. Desde que nenhuma manutenção teve sido feita, as folhas mortas tiveram se dispersado por ali.

   "Eu quero tentar nadar assim alguma vez, numa piscina cheia de flores de cerejeira" Rin disse, soando estranhamente emocional.

   Makoto deu uma longa olhada no rosto que ele estava fazendo. "Nessa época do ano, a água ainda estaria fria, então você não seria capaz de nadar. Eu realmente acho que é melhor nadar no verão."

   Haruka se assustou. "Você planeja ficar aqui no ano que vem ainda?" Sua voz se misturou com o som das ramificações chorando em direção ao norte, as quais lhe abafou.

   Rin tirou sua mão da árvore de cerejeita e adentrou-a em seu bolso. "Qual a ideia, me guiando a um lugar como esse? Você prega uma brincadeira com o estudante transferido no primeiro dia, ou algo assim?" Após dizer isso, Rin começou a rir, como se tivesse achado a ideia engraçada. Contagiado com sua diversão, Makoto também riu.

   Haruka olhava com olhos frios, e Makoto levemente pigarreou e se voltou para Rin. "Não, Matsuoka-kun. Brincadeiras à parte, tem uma coisa que a gente gostaria de te perguntar."

   Antes que Makoto terminasse o que estava enunciando, Rin interrompeu ele. "Isso foi uma coincidência, sério, uma coincidência. Quando nos mudamos, aconteceu de eu acabar nessa escola. Eu fiquei surpreso também! Eu nunca pensei que acabaria na mesma sala de vocês. É uma coincidência bem maluca, hein?"

   Eles encontraram Rin várias vezes antes dos encontros de natação. Aqueles eram suas únicos meios de conexão. Eles não eram o que você chamaria de especialmente próximos; eles praticamente nunca tiveram uma conversa normal.

   Aconteceu no Março passado. O primeiro a vir e falar com os outros era Rin.

   "Você é rápido. Você é mesmo um estudante?"


   Não estava claro se ele estava falando com o Haruka ou o Makoto, mas de qualquer forma, foi Makoto quem respondeu naquele caso. "Você é o Matsuoka-kun da Sano SC, né?"

   Ele se lembrou de que Rin parecia realmente feliz por ouvir isso. "Ah, você sabia!"

   Essa foi a primeira vez que eles tinham participado de uma viagem de natação fora da cidade. Haruka havia vencido nos cem metros livres e Makoto venceu nos cem metros de nado a peito, mas nas corridas de cinquenta metros, ambos os vencedores foram tomadas pela escola Sano. Pela escola Sano do Rin, especificamente.

   "Eles tiveram um longo curso hoje, mas se tivessem um curto, aposto que eu poderia vencer os cem metros também."

   Ele não soava como se fosse um mau perdedor ou como se estivesse tentando ser resistente. Eles pensaram que, provavelmente, ele estava certo. Ambos Haruka e Makoto se renderam para Rin no início. Eles o ultrapassaram em cerca de setenta metros - com outras palavras, depois que eles fizeram a virada.

   Mesmo que Haruka tivesse vencido, ele não ficou particularmente contente. Ele não ligava sobre ganhar ou perder. Ele nem uma vez sequer nadou por vencer. Ele se sentiu estranhamente irritado com a discrepância entre suas partidas.

   Quando Haruka ultrapassou Rin e atingiu o objetivo, Makoto ficou tão feliz por ele quanto ficara por si mesmo. "Parabéns! É ótimo que você tenha vencido!" 

   Como se você não tivesse apenas vencido a si mesmo, Haruka pensou, mas, ao invés disso, disse outra coisa. "Quem é aquele?" Ele apontou para Rin, que se deitava esparramado à beira da piscina.

   "Chamam ele de Matsuoka-kun, da escola Sano."

   Não era um nome que ele tivera conhecimento antes, mas agora que ele sabia disso, não fazia muita diferença. Haruka somente quis se lembrar dele: o oponente que o incomodou tanto. O jeito que ele parecia, deitado ali ainda com seus óculos e o peito arfante. Fico imaginando se ele está chorando. Aquilo era o que Haruka ponderava quando Rin desapareceu da vista por um momento, então se afastando. Foi depois disso que Rin veio a falar com eles. Eles conversaram por um curto período de tempo até a cerimônia de premiação.

   "Eu tenho que trabalhar mais na minha força, também." Rin tinha quase a mesma altura de Haruka, portanto conseguia um bom equilíbrio; de fato, poderia-se dizer que seu físico era muito bem adequado para competições de natação. 

   "Porém não acredito que seja apenas a força" Haruka assegurou. Ele jamais tinha nadado dependendo só da força sozinha.

   Como acostumado, caiu a Makoto prosseguir com o seu comentário. "Matsuoka-kun, seu pontapé do início foi demais. Eu fiquei cismado que você conseguia voar através da água desse jeito!"

   Repentinamente, alguém do lado de fora chamou Rin. "Ei, Rin! A cerimônia de premiação está prestes a começar!"

   "Ok, Sousuke! Vou estar lá num segundo!" Rin respondeu, então se virando de volta para Haruka e Makoto. "Eu não vou perder na próxima vez. Vamos nadar juntos, combinado?" Ele acenou exultante assim que deixou o local.

   "Nós vamos nos esforçar muito pra não perdermos pra você também!" Makoto retornou com um largo sorriso. "Ah, olhe, olhe, a cerimônia está começando!" Ele empurrou as costas de Haruka ao dizer isso.

   Foi assim que eles conheceram Rin. Desde então, eles tiveram o visto em praticamente toda competição de natação.

   Os ramos da árvore de cerejeira sacudiram à uma rajada de vento, se curvando com um gemido. Poeira foi chutada para cima e os três garotos reflexivamente cerraram seus olhos. Em apenas um instante, um turbilhão incrivelmente forte soprou por eles. O vento poeirento rugiu em direção ao pátio da escola, indo para a esquerda e para a direita, correndo-lhe o motim como favorecido.

   Rin cravava seus olhos no vento, expelindo fora um pouco de sujeira. "O que diabos tem com a ventania hoje? Argh, entrou um monte de areia na minha boca. O vento é sempre assim por aqui?" Ele cuspiu de novo.

   "Geralmente não venta desse jeito, definitivamente. Eu achei que nós iríamos ser desintegrados! Por favor, vamos voltar pra escola, Haru." Antes que ele tivesse mesmo terminado de falar, Makoto volvera seus passos em direção à construção do colégio. As outras crianças que tiveram brincado no pátio também estavam correndo em direção à escola como se estivessem sendo perseguidos pelo vento.

   Não era como se Haruka tivesse trazido Rin ali para lhe mostrar a árvore de cerejeira. Ele ainda não havia interrogado nada a Rin, ou entendeu alguma coisa. Eu fui enganado pelo vento? pensou ele, frustado. Ele ainda não sabia sequer se a transferência de Rin foi mesmo uma coincidência. De qualquer forma, foi fácil para Haruka adivinhar o que iria afetar a si mesmo e Makoto de algum modo. Ao os afetarem, isso viria a ser um problema.

   Haruka dispensaria em ficar embrulhado nisso. Foi por isso que ele chamou Rin pra lá, intencionando em avisá-lo. Contudo, ele sentiu como se perseguir o problema mais além só daria em aborrecimento. Quando mais obcecado ele ficasse, mais longe ele se envolveria, de alguma forma.

   Desviando o olhar de Rin, o qual corria para a construção da escola, Haruka olhou para cima somente uma vez para os ramos da árvore de cerejeira lançados pelo vento.

   
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   Eu tive que pesquisar algumas palavras porque tem algumas coisas que não dá pra traduzir ao pé da letra, e eu meio que acabei de acordar então não estou rica em vocabulário como sempre. (Sempre esqueço o português porque leio muita coisa em outros idiomas, desculpe.) Fiquei meio enrolada em umas duas partes, mas acho que tá certo.  
   
   Não faço a mínima ideia se irei traduzir o capítulo 2, mas caso vocês tenham despertado interesse no light novel, eu posso. Parece até fanfic. Mas é light novel. ♥

   De onde eu peguei (tradução dentro da tradução):  //sunnyskies.dreamwidth.org/

   Como diz aquele negócio mesmo? Isso foi fantranslated, então não ache que eu sou tradutora profissional, mas mesmo assim...copyrights reserved. 



27 novembro 2013

Tirinha (Shingeki no Kyojin - Puro crack) - Levi drogou o Eren, só pode

Yo, Baka-chan desu.
Aproveitem as tirinhas cracks e minha letra Arial. (눈‸눈)





Tá certo isso? uahsuahsuahs



Ô delícia de beijo.







ALERTA ALERTA ALERTA
O EREN
GOSTA DE VER O CABO CAGANDO
CAGANDO.

Não posso me esquecer disso:

Foi preciso de censura.